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Criança pequena em uma camisa floral com aparência triste, segurando a barriga dentro de casa.

Inchaço em crianças 

O inchaço é um problema comum em crianças, que causa uma sensação de estômago aumentado e desconforto, geralmente devido ao acúmulo de gases. As crianças podem descrever a barriga como “cheia” ou “dura”, e você pode ver e perceber os efeitos ao longo do dia.1

Identificando o inchaço

O inchaço em crianças raramente chega sozinho. Ele geralmente vem acompanhado dos seguintes sintomas:

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​Dor abdominal:

O acúmulo de gases pode causar dor e sensibilidade no estômago, tornando desconfortável para a criança se engajar em atividades diárias.​1

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Prisão de ventre ou diarreia:

O inchaço pode ser resultado da prisão de ventre, quando as fezes se movem muito lentamente, ou de diarreia, que pode ocorrer por causa de um desequilíbrio das bactérias intestinais.​2

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Enjoo (náusea) e azia:

O inchaço pode levar a uma sensação de enjoo ou até mesmo azia, especialmente após refeições que não caem bem no estômago da criança.3

O que causa o inchaço

Há várias razões para o inchaço em crianças; não é apenas por excesso de comida. Exemplos de fatores desencadeadores comuns: 

Acúmulo de gases: alimentos como feijão, brócolis e refrigerantes podem prender gases no estômago, levando ao desconforto e inchaço4.

Desequilíbrio na flora intestinal: um desequilíbrio nas bactérias intestinais pode piorar o inchaço, especialmente ao longo do dia, e pode estar associado a problemas digestivos como prisão de ventre ou diarreia5.

Prisão de ventre: quando as fezes se movem lentamente pelos intestinos, as bactérias têm mais tempo para produzir gases, resultando em inchaço6.

Estresse: muito estresse, combinado a hábitos alimentares irregulares ou pular refeições, pode provocar inchaço, principalmente no abdômen inferior.1

Condições subjacentes: o inchaço persistente pode indicar problemas como SII ou intolerâncias alimentares. Recomenda-se consultar um médico para avaliação e orientação adequadas.1

Como voltar para o caminho certo?

O inchaço pode ser normal para muitas pessoas, mas ele sinaliza que o sistema digestivo precisa de cuidados. Algumas estratégias eficazes para aliviar o desconforto são:

Tentar usar probióticos

Probióticos podem ajudar a recuperar o equilíbrio intestinal, auxiliando na digestão e reduzindo o inchaço. Incluir alimentos ricos em probióticos, como iogurte, na dieta da criança pode trazer benefícios9. ​

Mantê-las em atividade

Incentive atividades físicas regulares, como brincar ao ar livre ou caminhar, para ajudar a estimular a digestão e aliviar os gases que ficam retidos10. ​

Massagem abdominal

Massagear suavemente a barriga da criança no sentido horário pode estimular o movimento dos intestinos, ajudando a aliviar o inchaço11. ​

Alimentação consciente

Concentre-se em refeições menores e equilibradas, e incentive a criança a beber muita água ao longo do dia. Incluir alimentos ricos em fibras também pode promover uma digestão saudável 12. ​

Reduzir o estresse

Ajude a criança a controlar o estresse com técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou atividades de mindfulness (atenção plena), para ajudar na saúde do intestino7.

Seu guia para evitar o inchaço

O inchaço não precisa fazer parte regularmente da vida da criança. Em vez de aceitá-lo, você pode tomar medidas para controlar e prevenir o inchaço e forma eficaz: 

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Tomar probióticos:

Adicionar probióticos à rotina diária da criança pode ajudar a equilibrar as bactérias intestinais9.

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Comer regularmente e escolher alimentos suaves:

Incentive comer sempre no mesmo horário e dê preferência por oferecer alimentos com carboidratos de baixo índice de fermentação, o que pode ajudar a reduzir os gases e o inchaço.12

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Hidratar bem:

Certifique-se de que a criança beba muita água, o que é fundamental para a boa digestão. Reduzir o consumo de bebidas gaseificadas também pode evitar o acúmulo de gases.4

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Controlar o estresse:

Introduza técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou ioga, para ajudar a aliviar problemas digestivos relacionados ao estresse7.

Família Enterogermina®

REFERÊNCIAS

  1. Lacy BE, Gabbard SL, Crowell MD. "Pathophysiology, Evaluation, and Treatment of Bloating." Gastroenterology & Hepatology, vol. 7, no. 11, 2011, pp. 729-739.​
     
  2. Saps M, Youssef NN, Miranda A, Nurko S, Hyman P, Cocjin J, et al. "Multicenter, National Study on Childhood Functional Gastrointestinal Disorders." Gastroenterology, vol. 139, no. 6, 2010, pp. 1928-1937.​
     
  3. Tabbers MM, de Milliano I, Roseboom MG, Benninga MA. "Is Bloating a Valid Symptom in Children with Functional Abdominal Pain Disorders?" Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition, vol. 59, no. 4, 2014, pp. 486-490.​
     
  4. Stewart WF, Liberman JN, Sandler RS, Woods MS, Stemhagen A, Chee E. "Epidemiology of Constipation (EPOC) Study in the United States: Relationship of Bloating to Other Symptoms and Quality of Life." Digestive Diseases and Sciences, vol. 39, no. 7, 2009, pp. 1213-1219.​
     
  5. Mayer EA, Tillisch K, Gupta A. "Gut/Brain Axis and the Microbiota." Journal of Clinical Investigation, vol. 125, no. 3, 2015, pp. 926-938.​
     
  6. Van den Berg MM, Benninga MA, Di Lorenzo C. "Epidemiology of Childhood Constipation: A Systematic Review." American Journal of Gastroenterology, vol. 101, no. 10, 2006, pp. 2401-2409.​
     
  7. Rasquin A, Di Lorenzo C, Forbes D, Guiraldes E, Hyams JS, Staiano A, Walker LS. "Childhood Functional Gastrointestinal Disorders: Child/Adolescent." Gastroenterology, vol. 130, no. 5, 2006, pp. 1527-1537.​
     
  8. Camilleri M, Ford AC, Mawe GM, Dinning PG, Rao SS, Chey WD, et al. "Chronic Constipation." Nature Reviews Disease Primers, vol. 3, 2017, p. 17095.​
     
  9. Ouwehand AC, Salminen S, Isolauri E. "Probiotics: An Overview of Beneficial Effects." Antonie van Leeuwenhoek, vol. 82, no. 1, 2002, pp. 279-289.​
     
  10. Chrousos GP. "Stress and Disorders of the Stress System." Nature Reviews Endocrinology, vol. 5, no. 7, 2009, pp. 374-381.​
     
  11. Abboud FM, Harms CA. "Belly Massage and Gastrointestinal Motility: Evidence-Based Review." American Journal of Physiology-Gastrointestinal and Liver Physiology, vol. 309, no. 6, 2015, pp. G451-G460.​
     
  12. Halmos EP, Power VA, Shepherd SJ, Gibson PR, Muir JG. "A Diet Low in FODMAPs Reduces Symptoms of Irritable Bowel Syndrome." Gastroenterology, vol. 146, no. 1, 2014, pp. 67-75.